Monday, September 29, 2008

COMO ENSINAR O ALUNO A ESCREVER?





 Criando situações de revisão:
o Individual com roteiro de revisão dado pelo(a) professor(a)
o Em dupla sem roteiro
o Em dupla com roteiro
o Situações de revisão coletiva, debatendo as hipóteses do grupo e socializando os conhecimentos do grupo
 Apresentando modelos de textos de diversos tipos:
o Textos informativos (Português, Inglês, História, Ciências, Matemática, Geografia, Artes, Educação Física)
o Textos literários (no caso de Português e Inglês)
o Textos dissertativos (Português, História, Geografia e Ciências)
 Criando situações de produção de texto:
o Com roteiro elaborado previamente pelo(a) professor(a) – neste roteiro é preciso explicitar o público alvo, os objetivos e o tipo de texto que precisa ser produzido
o Com roteiro elaborado previamente pelos alunos coletivamente com ajuda do(a) professor(a)
o Individual, em sala – o aluno produz e o(a) professor(a) vai acompanhando em sala
o Individual, em casa – o(a) professor(a) fornece o roteiro e o aluno produz em casa
o Em duplas em sala (na alfabetização é possível fazer atividades onde um dita e outro escreve e vice-versa. Esta estratégia pode ser usada com os maiores)
 Criando situações de revisão e reescrita de texto:
o Em dupla, em classe com um roteiro de revisão (“o que o texto deveria conter?”) elaborado previamente pelo(a) professor(a)
o Em dupla, em classe sem roteiro de revisão, apenas com o roteiro de confecção
o Individual, em classe – o aluno precisa reescrever o texto considerando observações registradas pelo(a) professor(a) ou que ele mesmo fez em revisão individual.
o Individual, em casa - o aluno precisa reescrever o texto considerando observações registradas pelo(a) professor(a)
o Coletivas – os alunos revisam um pequeno trecho de texto produzido com muitos problemas (revisam primeiro em dupla, depois coletivamente com o(a) professor(a) em transparência)
 Criando instrumentos de avaliação que chamem a atenção para a revisão de:
o Problemas ortográficos
o Problemas de coesão e coerência;
o Aspectos conceituais;
o Correção da informação

Thursday, September 25, 2008

NOSSA LÍNGUA_NOSSA PÁTRIA

" Uma página a serviço da Língua Portuguesa, da Educação e da Literatura Brasileira."

http://intervox.nce.ufrj.br/~edpaes/

Saturday, September 20, 2008

Um tempero nos Estudos Sociais

Essa é uma dica para incentivar as crianças a estarem por dentro das notícias (é claro que de acordo com sua idade), e conhecerem chefes de estado importantes, etc. Temos um grande quadro de avisos em nossa sala de aula, onde colocamos notícias de jornais de eventos atuais que são interessantes e bons para as crianças saberem e/ou estarem cientes. Trocamos os artigos e notícias depois de alguns dias por outros itens dignos de irem para o “quadro”, e assim manter o interesse das crianças. As velhas notícias são guardadas num livro de recortes ou pasta de estudos sociais.
Isso tem suplementado as aulas de Estudos Sociais, pois é interessante para as crianças e também aumenta seu conhecimento das atualidades. Este quadro de avisos também é um bom local para colocar fatos interessantes que encontramos em almanaques e no Livro de Recordes Guinness, que as crianças acham interessante e divertido de ler.
Outro benefício é que neste país temos um noticiário semanal chamado “Mundo jovem”, direcionado a crianças em idade escolar, que tem sido uma boa fonte de informação educacional para nossas crianças.

Monday, September 8, 2008

Atividade para aprender a escrever

De Cursiva facilitada e divertida de Kama Einhorn

Pratique sua letra cursiva nessas “folhas práticas”, que apagam e são fáceis de se fazer.

O que vai precisar:

• Uma sacola plástica com zíper

• tubo de gel de cabelo branco

• corante de alimentos

Como fazer:

1. Coloque um pouco de gel de cabelo (do tamanho de uma bola de gude grande) no plástico.

2. Acrescente várias gotas de corante de alimentos. Misture o gel com o corante apertando o plástico até ganhar cor. Feche o plástico, verificando que não fica nenhum ar preso dentro.

3. Faça letras com o dedo e palavras em cursiva (usando a ponta dos dedos) nesta superfície divertida de se escrever.

4. Experimente quantidades diferentes de gel. Dependendo de quanto houver dentro, e se estiver bem distribuído, as letras podem desaparecer logo depois de feitas ou ficarem até serem “apagadas.”

Sunday, September 7, 2008

Como deveríamos ensinar nossos filhos a escrever?


Ensinar as crianças pequenas a terem bons hábitos de escrita não deveria requerer muito tempo extra. Pode, e deveria, ser incorporado em cada aspecto dos estudos da criança. Se o seu filho for pequeno e se cansar rapidamente ao escrever, considere reduzir o tempo passado na escrita em vez de aceitar um trabalho mal feito. Quando a criança está bem adiantada em relação à sua série, lembre-se que a matéria foi planejada para crianças um ano mais velha, ou em alguns casos, dois anos mais velha, e ajuste o trabalho de escrever de acordo com sua idade. Muitas vezes é perfeitamente aceitável que você, como professor, decida fazer alguns exercícios verbalmente, em vez de por escrito — apenas anote-os no caderno ou registro de aula da criança. (Talvez não seja algo aceitável no caso do aluno matriculado numa escola que requeira que você entregue o seu trabalho escolar. Por favor, verifique isso com seu supervisor de curso.) Se aceitar um letra mal feita, está ensinando hábitos de escrita incorretos à criança.

Se os alunos não aprenderam a escrever bem quando pequenos, será bem mais difícil, entediante e tomará mais tempo ensiná-los a escrever bem quando forem mais velhos. Contudo, vale a pena o tempo e o esforço para eles aprenderem a escrever com boa letra cursiva, pois isso os ajudará a escrever mais rápido e legivelmente. Alunos que não formaram o hábito de escrever bem e com boa apresentação, geralmente só fazem boa letra quando requerem isso deles, e revertem ao seu baixo padrão na escrita em outras ocasiões.


Saturday, August 30, 2008

Jogo da Memória- Auditivo































Materiais:

2 colheres(sopa) de feijão, grão de café, arroz, semente, macarrão, pedra de aquário, areia...

  • E.V.A. Raber na cor laranja.
  • Potes de iogurte.
  • Cola EPS Glitter.
  • Tesoura sem ponta.
  • Lápis.

Passo a passo:

  1. Recorte o E.V.A de acordo com o tamanho da borda do pote.
  2. Coloque uma colher(sopa) de macarrão em cada pote e cole o E.V.A.
  3. Faça duplas de potes com materiais variados, sempre utilizando a mesma medida.

Dica: Dentre as peças embaralhadas, o objetivo é encontrar as duplas corretas através da sonoridade. Não importa que a criança não identifique o tipo de material colocado dentro dos potes.

Curiosidades:

  • A orelha, parte externa do ouvido, conduz os sons a um túnel que vai até o interior do ouvido. Existem três ossinhos dentro do ouvido que enviam mensagens para o cérebro. Estas chegam através de vias especiais chamadas nervos. Depois, o cérebro identifica os sons.
  • Alguns animais, como os cães por exemplo, ouvem melhor do que as pessoas. Eles são capazes de ouvir sons imperceptíveis aos seres humanos.
  • Existem crianças que são surdas. Usam um aparelho especial que as ajuda a ouvir. Estas crianças compreendem o que dizemos através da leitura labial.
  • A exposição prolongada a ruídos superiores a 85 decibéis pode fazer mal aos ouvidos, provocando até perda gradativa de audição.
A cera no canal auditivo serve de proteção detendo sujeiras e, eventualmente, pequenos insetos.

Inspirando as crianças a aprender!

Marie, Japão

No início do mês, demos a cada criança um formulário do trabalho escolar para preencherem diariamente, e depois lhes demos a visão de preenchê-lo fielmente, ganhando como resultado, um prêmio. Também demos mais ênfase em ter no horário um professor que pudesse supervisionar e se sintonizar inteiramente nas aulas das crianças, respondendo quaisquer perguntas que pudessem ter. Também começamos a ver os resultados desta atenção e “motivação extrínsica*”.

Agora elas estão fazendo mais progressos em seus estudos porque vêem o que estão fazendo ao preencherem seu formulário diário. Antes a atitude delas para com seus estudos era fazer por dever, mas faltava visão e motivação para estudar e aprender. Mas agora sua atitude mudou; elas gostam de estudar, a ponto de às vezes escolherem fazer suas tarefas escolares durante o tempo livre. Nós estamos ajudando-as a encontrar um bom meio-termo e desenvolver sua “motivação intríseca*”. Elas comentaram que agora vêem como é divertido meter bronca nos estudos, porque têm a visão.

Desnecessário dizer que isso nos deu convicção e motivação para investirmos a atenção, o tempo e a organização necessários nos estudos de nossos filhos. Ver os efeitos positivos que nasceram dos poucos passos que demos até agora, nos certifica de que o Senhor abençoará e multiplicará cada esforço que fazemos para elevar o padrão dos estudos e sermos professores fiéis. Glória a Deus!


* Motivação Extrínsica: Motivação extrínsica vem de fora do aluno. Este tipo de motivação pode ser positiva ou negativa. Quando as recompensas extrínsicas são mantidas em perspectiva e o foco está em atividades educativas extra-curriculares e atividades criativas (ex. artes, trabalhos manuais, etc.) ou em ler literatura aprovada como recompensa, isso criará uma motivação positiva. Se a recompensa motivar a razão errada e o aluno buscar a recompensa por amor à recompensa, então esta pode gerar uma atitude materialista no aluno. Alguém sugeriu que pode-se medir um professor bem-sucedido pelo quanto ele se torna desnecessário para seus alunos. Com uma inspiração interior e desejo de aprender, é garantido resultados futuros.


* Motivação intrínsica: Motivação intrínsica vem de dentro do aluno e não está associada a recompensas ou incentivos externos para se obter resultados. O aluno motivado é quem direciona suas ações para obter as metas desejadas. O desejo de agir — de chegar lá — e a ação tomadas são conseqüência da vontade do indivíduo. Os indivíduos são capazes de se motivarem a realizar. Contudo a auto-motivação raramente ocorre em estudantes, e usar motivação extrínsica pode ser um meio bem-sucedido. Nada forma um desejo de aprender maior do que o sucesso em aprender o que não é conhecido. Experiências bem-sucedidas... gerarão motivação para maiores resultados.

Tuesday, August 12, 2008

Eu nao sabia

Here's a link to a good powerpoint of common grammar points in Portuguese
http://www.slideshare.net/susanna.fed/eunaosabia-552154

Friday, July 4, 2008

DOMINANDO MOVIMENTOS MUSCULARES


Mantenha sempre em mente as muitas habilidades musculares que as crianças precisam dominar. “Brincadeira criativa”, “Educação Física” “Dança”, “Balé”, “Recreação”, Jogos “e outras atividades de coordenação e movimentos do corpo, todos irão cooperar para o desenvolvimento físico de suas crianças. Aqui estão alguns movimentos e habilidades básicas que suas crianças terão que dominar”:

Andar, pular, saltitar, correr, saltar, balançar (as si mesmo ou objetos), esticar, abaixar, empurrar, puxar, torcer, virar (a si mesmo ou objetos), chacoalhar, escorregar, rolar (a si mesmo ou objetos), subir, engatinhar, andar de bicicleta, equilibrar, apertar, dançar, arrastar, galopar, jogar, agarrar, girar, deslizar, bater palmas, pular corda, levantar, acenar, varrer, escovar, catar, esfregar, marcar ritmo tocando tambor, fazer cócegas, amarrar, dar laços, apontar, estalar os dedos, bater as mãos na mesa, dobrar, cortar, trançar,chutar, bater o pé, andar nas pontas dos pés, ajoelhar, escrever, sentar, encher balões e outros brinquedos, piscar, assobiar, bater na bola com um taco, pentear, escovar dentes, se apoiar nas mãos, fazer estrelas, dar cambalhotas, se vestir, se lavar, etc.

Friday, June 20, 2008

Hora de (re) planejar

Você provavelmente investiu um bom tempo em janeiro e fevereiro para organizar como trabalhar ao longo do ano. Nem tudo, porém, saiu exatamente como previsto, certo? É isso mesmo. O ritmo de aprendizagem dos alunos, imprevistos de todos os tipos, e tantos outros fatores fizeram com que o planejamento fosse se adaptando à realidade.

Pois saiba que agora é o melhor momento para rever — e, se for o caso, mudar — o que havia sido definido. "A vivência que já tivemos com os estudantes no primeiro semestre permite identificar o que eles realmente aprenderam e, o mais importante, como atraí-los e fazer com que aprendam ainda mais.”

O primeiro passo é checar as prioridades, principalmente se você começou o ano prevendo milhares de coisas e não conseguiu dar conta nem de metade do recado. Aqui vão algumas dicas para reestruturar seu semestre:

Considere o que os alunos aprenderam até o momento, a série em que estão e a relevância do conteúdo;

Avalie também com que freqüência o assunto estudado aparecerá novamente nos próximos anos;

seta_verdeQuem você está ensinando? Defina aonde quer chegar, o que a turma realmente precisa e o que é possível fazer;

seta_verdeEscute com atenção os questionamentos que surgirem.

Por que planejar...

Ajuda a definir objetivos que atendam aos reais interesses da turma
Possibilita a seleção e a organização dos conteúdos mais significativos
Permite organizar o que vai ser estudado de um jeito lógico
Garante a escolha dos melhores procedimentos e recursos
Faz com que o professor atue com mais segurança na sala de aula
Evita a improvisação, a repetição e a rotina
Facilita a continuidade do ensino
Auxilia professor e alunos a tomar decisões de forma cooperativa e participativa

...e ser flexível

O professor que não faz um planejamento maleável corre o risco de não alcançar seus objetivos
Os alunos são a referência para a elaboração de um plano. É preciso acompanhar o desenvolvimento deles
O plano é uma previsão, sujeita a erros. Daí a importância de mudar